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quinta-feira, 28 de abril de 2011


Ócio puro. Uma tarde vazia que se decorre do sofá para a mesa da sala, das escadas, para a cama no meu quarto. Resolvo brincar de estilista própria, e provo metade do meu armário - quase explodido. Acho combinações perfeitas pra tudo que é ocasião, e prometo vestir algum dia. Outro qualquer que o inconsciente grave, e lá adiante, apenas pegue o vestuário certo, sem deixar que me consuma um pingo de indecisão. Sabendo que, pela frente, muitos outros dias em que terei todas as vestes do mundo e não encontrarei nenhuma que preste, virão. Me reconhecendo no grupo a que todos nós pertencemos daqueles que mal prestam atenção quando o certeiro lhe passa; e sentem falta depois, de mãos (ou corpo) vazio.

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